Reorientação dos Serviços de Saúde

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Imagem: Darko Stojanovic | Pixabay.

A responsabilidade pela promoção da saúde nos serviços de saúde deve ser compartilhada entre indivíduos, comunidade, grupos, profissionais da saúde, instituições que prestam serviços de saúde e governos.

Assim, entendemos que as ações de promoção em saúde devem e precisam ser realizadas e reconhecidas em todos os ambientes, indiferente dos níveis de atenção – hospital, UPA, ambulatório, Ubs – em que o usuário está.

Os agente comunitários de saúde sofrem com a dificuldade em inspirar credibilidade e confiança na comunidade como consequência dos poucos recursos e autonomia que possuem nas Unidade Básicas de Saúde bem como consequência de sua atuação restrita a atenção básica e comunidade.

Os estudos encontrados, deixaram evidente que esta atuação restrita compromete o vínculo entre agentes e usuários. Identificou-se que as atividades destes profissionais em saúde da família contribuem timidamente para resolutividade dos casos quando não apoiados pela equipe multiprofissional.

Aqui, nos propomos a trazer dicas, orientações e sugestões de ações que podem ser realizadas pelas equipes de saúde para educação para saúde em todos os níveis de atenção bem como ações que podem ser realizadas pelo ACS dentro de ambulatórios e hospitais.

Referências:

SAPRII, Lipekho. RICHARDS, Esther. KOKHO, Puni. THEOBALD, Sally. Community health workers in rural India: analysing the opportunities and challenges Accredited Social Health Activists (ASHAs) face in realising their multiple roles. Human Resources for Health (2015) 13:95 DOI 10.1186/s12960-015-0094-3. Acesso em: 11 mai.2021.

SEUTLOALI, Thato. NAPOLES, Lizeka. BAM, Nomonde. Community health workers in Lesotho: Experiences of health promotion activities. African Journal of Primary Health Care & Family Medicine | Vol 10, No 1 | a1558 DOI: https://doi.org/10.4102/phcfm.v10i1.1558 . Acesso em: 11 mai.2021.

MOREIRA, DIANE COSTA et al. Atuação do Núcleo de Apoio à Saúde da Família no fortalecimento da atenção primária: experiências dos agentes comunitários. Physis, Rio de Janeiro, v. 29, n. 3, e290304, 2019. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-73312019000300600&lng=en&nrm=iso>. Acesso em:  11 mai.  2021. https://doi.org/10.1590/s0103-73312019290304.

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